
Escrevo de verde, pois me dará o tom da esperança as minhas palavras, por mais duras que possam soar...
O que posso dizer do que sinto nesse momento? Cética e totalmente cansada desse mundo! Da humanidade! Desse ar! Desses dias!
Não sei até quando vou suportar essa rotina estressante e pouco recompensadora, tá, eu sei, não devemos ficar fazendo as coisas esperando que as pessoas sempre a reconheçam da forma devida ou que nos dê algo em troca, mas poxa! O mínimo de consideração era o que esperava das pessoas que sempre tentamos ajudar. Tô de saco cheio! Total! E sei que desconto nas pessoas erradas...
Queria tanto que fosse tudo tão diferente! Que as pessoas fosse mais humanas, mais sinceras consigo mesmas, que se mostrasssem na essência. Mas confesso que isso é difícil, nem sempre podemos e devemos fazer tudo que temos vontade... Talvez se fosse desse jeito a vida não teria momentos de prazer, pois só faríamos tudo que gostássemos...
Nossa... nem sei mais o que dizer, sei que tem algo engasgado, mas que não to conseguindo colocar pra fora, nem ao menos me expressar direito... Mas achei esse poema do Carlos Drummond de Andrade:
A hora do cansaço
Algo me diz que se encaixa bem ao que disse no post e ao que talvez eu quisésse dizer...Tudo só é eterno até o momento que deixa de ser...
Dedy*
Queria tanto que fosse tudo tão diferente! Que as pessoas fosse mais humanas, mais sinceras consigo mesmas, que se mostrasssem na essência. Mas confesso que isso é difícil, nem sempre podemos e devemos fazer tudo que temos vontade... Talvez se fosse desse jeito a vida não teria momentos de prazer, pois só faríamos tudo que gostássemos...
Nossa... nem sei mais o que dizer, sei que tem algo engasgado, mas que não to conseguindo colocar pra fora, nem ao menos me expressar direito... Mas achei esse poema do Carlos Drummond de Andrade:
A hora do cansaço
As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nos cansamos, por um ou outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.Do sonho de eterno fica esse gozo acre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.
Algo me diz que se encaixa bem ao que disse no post e ao que talvez eu quisésse dizer...Tudo só é eterno até o momento que deixa de ser...
Dedy*
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